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Gestão de Projetos

Gestão de Projetos Institucionais no âmbito do CNJ

 

O gerenciamento de projetos consiste na aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas com objetivo de proporcionar aos gestores condições de melhor dimensionar as demandas de trabalho, gerenciar pessoas, administrar o tempo e alocar recursos em prol do alcance dos objetivos estratégicos institucionais.

Diante desse contexto e da importância de monitorar suas ações estratégicas, o Conselho Nacional de Justiça instituiu a gestão de projetos por meio da Instrução Normativa CNJ n. 48, de 15 de março de 2013. Tal normativo foi revogado pela Instrução Normativa nº 64 de 07 de abril de 2015 que revisou a forma de proposição e gerenciamento de projetos no âmbito do CNJ.

A Instrução Normativa CNJ n. 64/2015 apresenta os principais princípios para proposição, monitoramento, acompanhamento e encerramento dos projetos institucionais do Conselho.

O Departamento de Gestão Estratégica é responsável por prestar assessoria técnica à gestão de projetos do CNJ, disponibilizando aos gestores a metodologia e os artefatos de gerenciamento de projetos.

O CNJ adota metodologia simplificada, que visa padronizar os documentos, os modelos e a linguagem a serem utilizados por toda organização. Esse padrão poderá ser aplicado tanto em projetos estratégicos quanto nos demais projetos da organização, utilizando como base três categorias: princípios, processos e instrumentos.

 

 

Os três PRINCÍPIOS encontram-se no exterior da figura por formarem a base do método. Todas as decisões tomadas no projeto devem considerar os três princípios descritos no PGProj-CNJ.

  

PRINCÍPIOS

  • Adaptação à realidade do projeto;
  • Definição de papéis e responsabilidades;
  • Gerenciamento por estágios.

  

A metodologia abrange oito PROCESSOS, que delimitam as atividades que os responsáveis pelos projetos devem executar e o caminho que a documentação do projeto deve percorrer para que as informações sejam devidamente distribuídas na organização.

 

PROCESSOS

  • Iniciação;
  • Aprovação;
  • Planejamento;
  • Gerenciamento da Execução;
  • Monitoramento e Controle;
  • Acompanhamento;
  • Encerramento;
  • Autorização de encerramento.

   

A documentação, por sua vez, é sustentada por cinco INSTRUMENTOS. O Gerente do Projeto e demais envolvidos devem pautar-se nos modelos de instrumentos para documentar as decisões tomadas e os resultados alcançados.

 

INSTRUMENTOS (incluem-se, mas não se limitam a):

  • Termo de Abertura do Projeto (TAP);
  • Plano Geral do Projeto (PGP);
  • Plano de Estágio;
  • Relatórios de Progresso;
  • Termo de Encerramento do Projeto (TEP).

   

Na sequência, junta-se ao planejamento elaborado o ESFORÇO (trabalho) da equipe envolvida para alcançar os RESULTADOS esperados.

São benefícios esperados com o Gerenciamento de Projeto Institucionais:

  • Realização de projetos alinhados ao Planejamento Estratégico do órgão;
  • Esforço dos dirigentes para a tomada de decisão direcionada para os objetivos estratégicos;
  • Padronização de procedimentos, focada na eficiência, economicidade, melhoria de processos e prazos, com entregas realizadas conforme o planejado;
  • Maximização da alocação de recursos, pessoas, equipamentos e materiais necessários;
  • Minimização dos riscos institucionais;
  • Antecipação dos problemas;
  • Integração das pessoas para um objetivo comum;
  • Identificação de melhores práticas de trabalho;
  • Otimização dos resultados estratégicos institucionais;
  • Registro de informações a fim de facilitar o planejamento a execução de futuros projetos.

 

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