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Órgão usou menos água, papel, energia, telefone, por mais sustentabilidade (Rodrigo de Oliveira/Agência CNJ)
Órgão usou menos água, papel, energia, telefone, por mais sustentabilidade (Rodrigo de Oliveira/Agência CNJ)

Em 2018, o Conselho da Justiça Federal (CJF) economizou aproximadamente R$ 665,6 mil em relação a 2017 com recursos como papel, telefonia, energia elétrica, água e esgoto. Esse e outros resultados foram divulgados no Relatório do Plano de Logística Sustentável de 2018. Os dados, publicados no Observatório da Justiça Federal, ampliam o espectro de ação e atuação de iniciativas que estimulam a sustentabilidade dentro do órgão.

Em sintonia com PLS-Jud, sistema eletrônico elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para oferecer uma visão detalhada sobre o desempenho socioambiental de todos os tribunais brasileiros, o PLS do Conselho contribui para que a temática da gestão pública sustentável se consolide como ferramenta gerencial estratégica no CJF.
Segundo Rogério Rodrigues, servidor da Subsecretaria de Gestão Estratégica (SUEST) e responsável pelo acompanhamento do PLS no CJF, “a ampliação das ações propostas se ancora em uma visão mais objetiva, moderna e em consonância com demandas nacionais da Administração Pública e internacionais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU)”.
Sustentabilidade em números
A gestão sustentável no CJF já vem mostrando resultados práticos: 12 das 19 metas estabelecidas no documento foram atingidas antes de 2020, período previsto para implementação de todos os indicadores listados no PLS. Outro bom exemplo foi a destinação de quase 1,6 toneladas de plástico e quase 40 toneladas de metal para coleta seletiva.
O uso racional da água também é prioridade para o CJF. O objetivo estabelecido foi decrescer o consumo em 20% até 2020. Já atingida em 2017, a redução foi de 40% em 2018. De acordo com a Secretaria de Gestão de Obras, o resultado se deve à aplicação de algumas medidas, como controle de vazamentos e de irrigação de jardins. Embora não tenha sido integrado no ano passado, o sistema de esgotamento sanitário do prédio é todo à vácuo, o que colabora com o baixo consumo de água no órgão.
Pioneirismo verde
Ainda de acordo com Rogério, os resultados alcançados em 2018 colocam o CJF acima da média em relação a outros órgãos da Administração Pública Federal, quando comparados com os participantes de auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), segundo aponta o acórdão TC 006.615/2016. “Pioneiro, o CJF adota critérios sustentáveis em contratações, faz revisões constantes em busca da utilização mais eficiente do edifício, diminuição do uso de combustíveis fósseis e gestão correta dos resíduos gerados. Estas e outras práticas já estão integradas à rotina de trabalho do órgão”, avalia o servidor da SUEST.
O CJF trabalha constantemente em melhorias previstas no PLS. Para 2019, o objetivo é que outros indicadores também cobrados pelo CNJ sejam incorporados às ações das unidades, fazendo com que o Conselho continue cumprindo seu papel constitucional a partir de um desenvolvimento organizacional socialmente justo, ambiente correto e economicamente viável.

Fonte: CJF


Tópicos: meio ambiente,Sustentabilidade,Gestão ambiental,gestão socioambiental,Plano de Logística Sustentável (PLS)