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CNJ defende encontros para evitar conflitos entre partes de divórcio. Filhos têm orientação à parte (Divulgação/TJSC)
CNJ defende encontros para evitar conflitos entre partes de divórcio. Filhos têm orientação à parte (Divulgação/TJSC)

Eles casaram na expectativa de viverem "felizes para sempre" mas, por algum motivo, resolveram buscar tal felicidade por caminhos diferentes. O divórcio apareceu como solução. Parece simples, mas para os envolvidos é um misto de emoções que precisam ser controladas da melhor maneira possível. E, às vezes, um olhar externo transforma-se em um grande auxílio.

A primeira Oficina de Pais realizada na comarca de Descanso, na última semana, reuniu 34 pessoas no Salão do Tribunal do Júri, na sede da unidade. Denise Kern, mediadora familiar na comarca, foi uma das instrutoras da oficina. Ela explica que todos os casais em processo de divórcio são convidados a participar, principalmente aqueles com audiências de mediação já marcadas. Os filhos desses casais também recebem orientação diferenciada em outro grupo especial.
"O projeto visa divórcios ‘saudáveis'. A boa convivência entre o homem e a mulher, depois de separados, também reflete no bem-estar das crianças envolvidas", ressalta. Atualmente Descanso tem 35 processos de divórcio em trâmite. Também foram instrutores desta primeira edição a assistente social Tânia Nunes, a servidora aposentada e psicóloga voluntária Janete Tregnago e o psicólogo Willian Lima.
Os encontros acontecerão a cada três meses. O próximo será em março. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) defende a realização dessas oficinas para evitar conflitos entre homens e mulheres em processo de divórcio.

Fonte: TJSC


Tópicos: parentalidade ,divórcio consensual

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