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Em torno de 40 servidores e gestores estão se capacitando nesta edição do curso (Robert Leal/TJMG)
Em torno de 40 servidores e gestores estão se capacitando nesta edição do curso (Robert Leal/TJMG)

Mais um grupo de servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) iniciou hoje, 19 de junho, a última etapa para passar a dar sua contribuição profissional de forma remoto: o Curso Preparatório para Participação no Projeto Experimental do Teletrabalho. Na capacitação, ministrada pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), foram apresentados métodos e condições para se adaptar às novas rotinas. Também receberam a formação os gestores imediatos dos teletrabalhadores.

Na abertura, o assessor técnico-jurídico da Ejef e instrutor do curso, Thiago Kamon Hyodo, leu uma mensagem do superintendente da Ejef e 2º vice-presidente do TJMG, desembargador Wagner Wilson Ferreira, na qual o magistrado desejou boas-vindas a todos e expressou seu desejo de que, nesta nova etapa, cada pessoa encontre possibilidades de se realizar pessoal e profissionalmente, superando os próprios patamares, mas sem deixar de alcançar ganhos em bem-estar e saúde e com a possibilidade de investir em ideias e ações que deem sentido e qualidade a suas vidas.
Em seguida, a coordenadora do Núcleo de Desenvolvimento de Competências Humano-Sociais da Ejef, Marília Miranda de Almeida, e a psicóloga e analista de Recursos Humanos do Nudhs, Jussara Maria Canuto Aquino, conduziram uma dinâmica em que os servidores e seus gestores puderam compartilhar expectativas e contar um pouco da trajetória que os levou ao teletrabalho. Os participantes foram convidados a debater ganhos e desafios na etapa que se inicia.
A parte seguinte foi apresentada por Thiago Hyodo, que falou sobre a mudança do paradigma de organização do trabalho surgida após mudanças econômicas, culturais, sociais e comportamentais no século XX. Ele expôs a transformação da forma como trabalhadores e empresas e organizações passam a ser exigidas, nos dias atuais, sempre visando não apenas ao aumento da produtividade e da produção, mas do rendimento e da satisfação dos envolvidos, como elemento-chave para a melhoria contínua.
De acordo com Thiago Hyodo, essa modalidade de trabalho apresenta vantagens para o Judiciário e, consequentemente, para os jurisdicionados. O TJMG eleva seus índices, melhora resultados, ganha celeridade e eficiência e economiza recursos, pois há redução do consumo de água e energia e do desgaste de equipamentos; já os servidores poupam com alimentação, transporte, estacionamento e vestuário, podendo  aproveitar mais a família, desenvolver projetos pessoais e ter mais flexibilidade no cotidiano sem deixar de serem úteis a suas equipes e à coletividade.
Até 4 de junho, 160 servidores participavam do projeto – nove deles atuando em outros estados brasileiros (Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Ceará, Pará, Mato Grosso, Bahia e Rio Grande do Sul) e nove nos seguintes países: Timor Leste, Moçambique, Portugal, Itália, Suíça, Espanha e Estados Unidos.
O teletrabalho já beneficia as Comarcas de Belo Horizonte (1ª e 2ª Instâncias), Juiz de Fora, Santa Luzia, Pouso Alegre, Contagem, Uberlândia, Betim, Governador Valadares, Lavras, Patos de Minas, Vespasiano, Ipatinga, Carmo do Paranaíba, Patrocínio, Unaí, Itajubá, Curvelo e Divinópolis.
Os servidores atuam com o Processo Judicial eletrônico (PJe), o Processo Eletrônico da 2ª Instância (JPe), o Processo Judicial Digital – Juizados (Projudi), o Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), o Sistema Eletrônico de Informação (SEI), o Sistema de Gestão Acadêmica/EAD-Ejef (Siga) e a Assistência Judiciária Gratuita (AJG). Há também profissionais de áreas administrativas que não utilizam sistemas informatizados.

Fonte: TJMG


Tópicos: teletrabalho

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