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Aumento da produtividade no Tribunal chegou a 40% com projeto ‘Justiça Bandeirante’. FOTO: TJSP
Aumento da produtividade no Tribunal chegou a 40% com projeto ‘Justiça Bandeirante’. FOTO: TJSP

Em março do ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo iniciou um audacioso projeto de capacitação de servidores e magistrados: o Justiça Bandeirante. O objetivo era oferecer informações e treinamento para a completa utilização das ferramentas disponíveis no Sistema de Automação do Judiciário (SAJ) e, dessa forma, facilitar o dia a dia de trabalho, com aumento da produtividade.

Na última sexta-feira (10), integrantes do Conselho Superior da Magistratura, da Comissão para Assuntos de Informática, equipe do projeto, magistrados e servidores se reuniram no Gabinete da Presidência do TJSP para o encerramento do projeto e, especialmente, para celebrar os excelentes resultados.

Na ocasião, foi entregue a revista Justiça Bandeirante, produzida em parceria com a empresa Sopftplan. A publicação traz os resultados do projeto, que comprovam a efetividade do trabalho:

- 24% de aumento nas movimentações processuais/mês;

- 30 mil pessoas capacitadas, nas 10 Regiões Administrativas Judiciárias (RAJs);

- 571 boas práticas disseminas;

- 47,5 mil modelos de grupos gerados no sistema após o treinamento;

- 97% de aprovação dos treinamentos pelos participantes.

Apesar da conclusão do projeto, o trabalho de treinamento na área de Informática terá continuidade por meio da Diretoria de Capacitação de Sistemas, ligada à Secretaria de Tecnologia da Informação do TJSP.  

 Justiça Bandeirante

O desembargador Luis Soares de Mello Neto, coordenador da Comissão de Assuntos para Informática, falou em nome da equipe do Justiça Bandeirante. Agradeceu ao presidente do TJSP, desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, por acreditar na iniciativa, e parabenizou todos os envolvidos na empreitada.

Destacou a importância do conhecimento, “que dignifica aquele que o detém, proporcionando-lhe maior efetividade no labor diário e menor cansaço mental”. “Nessa linha, o Tribunal de enrijeceu, não no sentido de tornar-se estagnado e resistente, mas no significado literal da palavra, tornando-se mais forte, ante o desenvolvimento e atualização profissional de seus servidores, que passaram a analisar as atividades cotidianas de forma crítica, fomentando e disseminando o saber”, disse.

Emocionada, a secretária de Tecnologia da Informação do Tribunal, Rosely Padilha de Sousa Castilho, falou com alegria sobre os resultados. “Nos surpreendemos positivamente com nossas conquistas. Isso foi possível graças ao apoio do Conselho Superior da Magistratura, ao engajamento de todos que participaram dos treinamento e à dedicação da equipe do Justiça Bandeirante.”

O presidente Paulo Dimas também afirmou que o momento era de agradecimento, especialmente ao Comitê Gestor do Projeto Justiça Bandeirante (veja abaixo). “Estivemos unidos, sempre pensando na valorização dos nossos servidores e magistrados e no interesse público. Foi um trabalho gigante, de guerreiros e heróis, com foco na capacitação para o pleno uso do sistema informatizado, que é bastante avançado”, destacou.

Também estavam presentes o vice-presidente do TJSP, desembargador Ademir de Carvalho Benedito; o corregedor-geral da Justiça, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças; o presidente da Seção Criminal do TJSP, desembargador Renato de Salles Abreu Filho; os juízes assessores da Presidência Tom Alexandre Brandão e Sylvio Ribeiro de Souza Neto; os juízes assessores das Corregedoria Ricardo Dal Pizzol, Airton Pinheiro de Castro e Rodrigo Marzola Colombini; o juiz diretor da 1a RAJ, Regis de Castilho Barbosa Filho; o juiz diretor da 10a RAJ, Hugo Leandro Maranzano e o gerente de operações da Softplan, Rafael Stabile.

Compõem o Comitê Gestor do Justiça Bandeirante os juízes assessores da Presidência do TJSP Aléssio Martins Gonçalves e Tom Alexandre Brandão; os juízes assessores da Corregedoria Airton Pinheiro de Castro e Rodrigo Marzola Colombini; as secretárias do TJSP Rosely Castilho (Tecnologia da Informação); Elaine Ruy (Judiciária) e Pedro Cristóvão Pinto (Primeira Instância); a diretora da STI Ana Lucia da Costa Negreiros; e os servidores Aline Russo, Carlos Darwin de Mattos, Maria Cristina Bobadilla, Luciana Pires Zavala, Clóvis Ribeiro da Cruz, Aline Regina Russo, Daniela de Siqueira, Daniela Teixeira, Patricia Luciana Egea, Gianfrancesco dos Santos Chirieleison, Luiz Carlos Garcia Cardoso, Maria Cristina Rabelo de Carvalho, Rafael Bressane de Oliveira, Rafael Miani Masiero e Rodrigo Andrade de Oliveira.

Trabalharam como supervisores do projeto nas Regiões Administrativas Judiciárias os servidores Rafael Mota de Lima (1a RAJ), George Luiz Alves Mendonça (2a RAJ), Marcelo Mattano de Lima (3a RAJ), Fernando Matheus Duarte Casarotti (4a RAJ), Rosa Maria Silva Paes Oliveira (5a RAJ), Celene Patricia Silva Conceição (6a RAJ), Alessandra Afonso Alvarez (7a RAJ), Daniel Durante Rodrigues (8a RAJ), Jader Alves Rosa (9a RAJ) e Flavia Andrea Moraes Brandão Massuia (10a RAJ).  

 

 


Tópicos: TRT2 (SP),gestão do judiciário

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