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FOTO: TJAM

A experiência do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) com o projeto Justiça Restaurativa fez parte do curso de formação de servidores, mediadores e pessoas do terceiro setor do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).

A apresentação do projeto aos paranaenses foi feita pelo juiz Gildo Alves de Carvalho Filho, coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do TJAM.

O Juiz Gildo Alves de Carvalho Filho disse que os paranaense vão retribuir a experiência com um curso de formação para servidores e magistrados em Manaus dado  instrutores da Escola do Paraná.  O objetivo de aumentar a capacidade de resposta que o Poder o Judiciário ao jurisdicionado. “Neste caso, a justiça restaurativa se apresenta como uma alternativa eficiente e eficaz”, informou o juiz Gildo.

Adriana Accioly, servidora do Tribunal de Justiça do Paraná, disse que as práticas restaurativas já estão sendo introduzidas no âmbito criminal. Não só socioeducativo  de adolescentes em conflito com a lei, mas também nas varas criminais. "Além disso, vamos trabalhar esses círculos de fortalecimento de relacionamento e de resolução de conflitos no próprio Tribunal de Justiça, em setores que estão solicitando os serviços em termos de motivação, maior conexão entre os servidores”, disse ela.

Justiça Restaurativa

A Comissão Paranaense de Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) foi criada por meio da Portaria n° 11/2014, pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC). Presidida pelo desembargador Roberto Portugal Bacellar, desde 2014 a comissão vem realizando diversas ações para a difusão e a implementação da Justiça Restaurativa.

Fonte: TJAM


Tópicos: justiça restaurativa,Mediação e Conciliação,Solução de conflitos

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