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A 1ª Vara da Infância e da Juventude de Cariacica realiza audiências concentradas para reavaliar a situação de crianças em acolhimento institucional com idade entre 0 e 12 anos. O objetivo é abreviar o tempo de acolhimento e, principalmente, possibilitar a convivência familiar e comunitária.Foto: Antonio Cosme/TJES
1ª Vara da Infância e da Juventude de Cariacica (ES). Crédito: Antonio Cosme/TJES.

Na sessão do Pleno do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) desta quinta-feira (1º), foi aprovada a criação do 4º Juizado Especial Cível de Cariacica, assim como a reorganização das Varas das Comarcas de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e de Cariacica.  A criação de mais uma unidade de Juizado Especial em Cariacica foi necessária devido ao significativo número de processos distribuídos para a comarca, conforme observou o grupo de trabalho responsável por analisar a distribuição de processos e serviços entre as varas do estado.

Com a instalação do 4º Juizado Especial Cível de Cariacica, os processos em tramitação no 1º, 2º e 3º Juizados serão divididos em quatro partes iguais, sendo uma delas repassada ao novo juizado. Foi aprovada também, após a verificação de vacância, a desinstalação de qualquer Vara Cível da Comarca de Colatina, conforme determinação da Lei Complementar Estadual 234/2002 e pela redação da Lei 788/2014.

Os processos cíveis em trâmite na vara que for desinstalada serão redistribuídos entre as Varas Cíveis remanescentes, que serão renumeradas, caso necessário, para que seja mantida a ordem de sequência da numeração. Os servidores da vara desinstalada serão automaticamente redistribuídos.

Colatina - A Vara da Fazenda Pública Municipal de Colatina passará a acumular a competência para julgamento das demandas cíveis previstas na Lei 9.099/95. A partir da reestruturação da Comarca, fica assegurada a distribuição de um terço dos processos novos entre os dois Juizados Especiais Cíveis e a Vara da Fazenda Pública Municipal.

Já a Vara de Órfãos e Sucessões de Colatina passará a acumular a competência para julgar as demandas de família, e será nominada como 3ª Vara de Família, Órfãos e Sucessões de Colatina. Assim, as Varas de Família da cidade passarão a acumular também as demandas de órfãos e sucessões, recebendo a mesma nominação da já citada 3ª Vara.  A distribuição dos processos será de um terço para cada vara.

Caso seja verificada a vacância de qualquer das Varas de Família, Órfãos e Sucessões de Colatina, a mesma será automaticamente desinstalada, iniciando assim a renumeração das caras remanescentes e a redistribuição dos processos. Todas as iniciativas foram tomadas para promover a valorização do 1º grau de jurisdição, como determina a Resolução 194/2014 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que busca concretizar as melhorias nos serviços apresentados à população.

Cachoeiro - A 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Municipal, Registros Públicos, Meio Ambiente e Saúde de Cachoeiro de Itapemirim será desinstalada. Os processos em trâmite serão redistribuídos para a 2ª Vara da Fazenda Estadual, Municipal, Registros Públicos, Meio Ambiente e Saúde. Já a 3ª Vara de Fazenda Pública Estadual, Municipal, Registros Públicos, Meio Ambiente e Saúde de Cachoeiro de Itapemirim será renumerada e passará a denominar-se 1ª Vara de Fazenda Pública Estadual, Municipal, Registros Públicos, Meio Ambiente e Saúde de Cachoeiro de Itapemirim.

No lugar da vara desinstalada será instalada a 2ª Vara Especializada de Infância e Juventude de Cachoeiro de Itapemirim, sendo que a primeira vara ficará com competência exclusiva para questões cíveis da área de infância e juventude. Já a segunda vara terá competência para julgar questões relativas aos atos infracionais e às execuções de medidas socioeducativas de crianças e adolescentes.

Cariacica - A reestruturação em Cariacica mudará a nomenclatura da Vara de Órfãos e Sucessões da comarca, que passará a se chamar 4ª Vara Cível, Órfãos e Sucessões de Cariacica. O mesmo critério foi adotado para a 1ª, 2ª e 3ª Vara. Já a 5ª Vara de Família passará a denominar-se 2ª Vara de Família.

Fonte: TJES


Tópicos: acesso à justiça,priorização do 1º grau,TJES