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Começa nesta quarta-feira (28/06), às 19h, no Hotel Carlton, em Brasília, o Encontro dos Operadores da Justiça Virtual. O evento é realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o Conselho da Justiça Federal (CJF) e tem como objetivo criar uma rede virtual para a tramitação eletrônica de processos no Brasil.

A cerimônia de abertura contará com a presença da presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do CJF, ministro Raphael de Barros Monteiro, e do coordenador-geral do CJF, ministro Fernando Gonçalves. O deputado federal José Eduardo Cardozo (PT-SP) fala, na abertura, sobre o Projeto de Lei nº 5828, que regulamenta a tramitação eletrônica de processos no Judiciário brasileiro.

Segundo o secretário-geral do CNJ, juiz Sérgio Tejada, o encontro servirá para reunir as experiências já existentes de tramitação virtual de processos, com o objetivo de encontrar um modelo que sirva para todo o Judiciário. "O processo virtual é uma ferramenta muito eficaz contra a morosidade. Por isso, será de extrema importância esse evento, onde modelos que já são utilizados serão apresentados e discutidos por todos os que presentes", explica.

Ao final do evento, os participantes apresentarão proposta de modelo de processo virtual. "Existem hoje 13 sistemas de tramitação eletrônica em funcionamento na Justiça brasileira. O desafio do CNJ é criar um modelo ideal, que sirva de base para todos os órgãos do Judiciário", explica.

A utilização do processo virtual permite economia, acelera o andamento de processos e garante mais segurança. "A tramitação virtual é segura, rápida e econômica", diz Tejada. "Uma pesquisa nos mostrou que o tempo médio de julgamento de um processo na Justiça brasileira é de cerca de 700 dias. Já nos Juizados Especiais que já utilizam a tramitação eletrônica, esse tempo cai para 37 dias", conta.