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Para o conselheiro Alexandre de Moraes, o Conselho Nacional de Justiça atuou com inegável coragem e maturidade institucional em seu primeiro ano de funcionamento. "Creio que o conselho, nesses doze meses, cumpriu seu dever, de maneira sensata e responsável", avalia.

Além disso, lembra Moraes, foram discutidos temas de grande repercussão, como a promoção por merecimento dos magistrados, a vedação ao exercício de outras funções, o teto salarial e o nepotismo. Este último, aliás, foi um dos grandes destaques do CNJ em seu primeiro ano. "O Poder Judiciário demonstrou a toda sociedade que, com transparência e vontade política, é possível afastar práticas nefastas na administração pública, extirpando o nepotismo", explica o conselheiro, que foi o relator da Resolução anti-nepotismo.

Para o segundo ano do CNJ, Alexandre acredita que "o grande desafio do órgão seja aumentar a celeridade nos julgamentos e mostrar a toda sociedade que é possível um Poder Judiciário rápido, acessível e competente".