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Para o conselheiro Cláudio Godoy, a tendência para o próximo ano de funcionamento do CNJ é "continuar discutindo e propondo, de maneira aberta, medidas para o aperfeiçoamento e padronização de rotinas do serviço judicial".  O conselheiro adverte que há "relevante preocupação com a ultimação do trabalho de estruturação interna do Conselho, de modo a dar vazão ao crescente reclamo por sua atuação".

O conselheiro fez as declarações numa avaliação do primeiro ano de atuação do CNJ, que se completa nesta quarta-feira, 14 de junho. Durante este período, segundo Godoy, houve "uma natural fase de adaptação, de expectativa, agora vencida, sobre qual o rumo que o CNJ, afinal um órgão novo, iria empreender à sua atuação, agora visto que sua preocupação primeira não é de supressão da autonomia dos órgãos locais, e sim o de fixação de medidas propositivas que visam a uma maior eficiência e transparência na prestação do serviço judicial".