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Modernização legislativa e combate à morosidade do Judiciário são duas questões que devem ocupar a pauta do Conselho Nacional de Justiça em seu segundo ano de existência, segundo avaliação do conselheiro Douglas Alencar Rodrigues. Para o conselheiro, a implementação do processo digital representará "uma verdadeira revolução na tramitação dos processos, permitindo a maior celeridade possível na prestação jurisdicional".

Em sua missão de fazer o planejamento estratégico do Poder Judiciário, o CNJ deve, nos próximos meses, ainda na avaliação de Douglas Alencar, priorizar "todas as atividades direcionadas à melhor estruturação dos órgãos judiciários". Mas, para fazer isso, o Conselho precisará ter capacidade de responder ao volume crescente de conflitos administrativos. "Será preciso compatibilizar as demandas administrativas ordinárias com aquelas de caráter prospectivo, verdadeiramente importantes para que a sociedade brasileira possa contar com uma estrutura judicial célere e efetiva", diz o conselheiro.